Start My WebGame

Começando mesmo o MyPart, mas o que é MyPart?

MyPart é um webgame voltado a consciência ecológica urbana(ou não, também poderá ser estendido a outros ambientes).

reciclagemmypart

Como em qualquer webgame você efetua um cadastro, monta seu personagem e inicia o webgame. A primeira tela após o cadastro mostra uma região com pontos que você deve escolher para entrar e começar a jogar.

Após fazer sua escolha você começa a andar entre os ambientes e a achar algumas coisinhas erradas, tipo, uma lata de refrigerante jogada no chão. Neste momento que você começa a ganhar seus pontos. Mas claro, o jogo mesmo ainda não vou detalhar, um dos motivos é que ele não está totalmente definido.

O projeto MyPart foi realizado no curso de game design(gd) e tem algumas opiniões interessantes que devem ser vistas com mais carinho )

Até liberar este webgame que será o primeiro, poderão acompanhar como é a vida de um gd, desde um curso até a publicação de um game.

No próximo post do blog aifuture estarei falando sobre qual carreira em games seguir!

Abraço,
Ederson Melo

Curso GD, Meu Jogo

Nesta sexta, recebi os exercícios do curso de GD, esse deu gosto de fazer, até porque tínhamos que desenvolver um game para a entrega no final do curso (Final de Dezembro).

Resolvi enviar uma proposta que acho bacana, trabalhando sobre educação sócia ambiental. A proposta é bem simples, você monta seu personagem e conhece a ilha. Após você escolher uma das opções liberadas para acesso, você começa a andar pela ilha e resolver as diversas opções apresentadas.

Pretendo desenvolver usando Java e javascript, ainda não tenho idéia exatamente do que e como usar, mas está a caminho.

Tela de proposta de projeto:

My Part

My Part

Para começo é isso, espero poder evoluir e liberar para jogo em Dezembro se tudo der certo.

Abraço,
Ederson Melo

Sony não precisa mais de uma publisher?

Com uma evolução constante na área de games, muitas empresas dispensaram seus publisher’s, mais com o surgimento de webgames do que nos tradicionais, como games e PC. Uma grande novidade na área foi a Sony, que anunciou através de seu gerente de relacionamento com produtoras da Sony Computer Entertainment para a Europa, George Bain.

PSP Sony

PSP Sony

Segundo George Bain, a Sony não precisa mais de uma publisher para lançar jogos para PlayStation3 e PSP.

Segundo o site UOL Jogos, não foi explicado se isso acabaria valendo para todos os jogos e para fora da Europa.

A Sony também forneceu os números mais recentes de venda de seus consoles. O PlayStation 2, o console mais vendido da história, está na marca de 131,2 milhões de unidades, e 1,4 bilhão de jogos comercializados. Já o PSP vendeu 41,3 milhões de unidades e 169 milhões de jogos, enquanto o PlayStation 3 está em 14,4 milhões de consoles e 94 milhões de games.

Fonte:
UOL Jogos |     aifuture

Abraço,
Ederson Melo

Webgames e Outsourcing

Neste sábado passado, estava lendo uma entrevista feita com a empresa Personal Coder, sobre o mercado de webgames e outsourcing. Personal Coder é especializada em webgames e outsourcing em flash, mais fortemente estabelecida no exterior do que no Brasil.

Diz ter como sua principal meta, o outsourcing em flash para games no exterior, onde o mercado de desenvolvimento é forte e demanda muito para países como Brasil, Rússia e Índia. Este tipo de demanda ocorre porque, o nível de investimento em outsourcing nestes países é mais baixo que em outros ou no próprio país da empresa que demanda.

WebGames e Outsourcing

WebGames e Outsourcing

Se uma empresa americana cobrar $1000 por um projeto, aqui o mesmo projeto com o mesmo prazo de entrega pode sair por metade do preço ou menos. O bom disto é que ainda assim aqui as empresas teriam lucro e manteriam clientes.

Em outra leitura sobre o porque das empresas de desenvolvimento de games fecharem tão rápido quanto abrem é a falta de um administrador.

Quando empresas são abertas, devemos ter o cuidado de administrar e não somente conseguir clientes e tocar projetos. Coisa que acontece freqüentemente.

A demanda por WebGames tem crescido vertiginosamente nos últimos anos. Além de não precisar diretamente de um Publisher, demanda manos profissionais e tecnologia, atraindo mais usuários que teriam dificuldades com games desktop, pelo custo gerados com hardwares, controladores, etc.

Olha, acho que os estudos estão me fazendo bem!

Fonte:

aifuture

Abraço,
Ederson Melo