Startup tagther.com

A alguns meses tenho me dedicado a projetos pessoais, o que me afastou bastante de posts e das redes sociais, mas estes projetos são o que me trazem de volta.

Já não sou um jovem inovador, estou mais para senhor inovador, o que acredito que no meu caso é o momento certo. Com experiências e espírito para inovação, estou lançando no mercado o que mais sinto falta. A liberdade de expressão sem infringir a lei das empresas onde trabalhamos. Mais que um projeto, uma startup, uma bandeira, posso dizer que a ideia é evangelizar!

Para isso criei a tagther.com,  uma startup focada em desenvolvimento para alavancar a comunicação social de empresas através de ferramentas como nossa “rede social corporativa”. Vejam bem, não levem ao pé da letra, entendam, estudem a nossa solução para entender melhor a ideia.

Focamos em dois fronts:

Empresas que desejam ter o produto instalado na sua empresa, dentro da sua infraestrutura;

Empresas que preferem utilizar a aplicação em cloud;

A partir do dia 02 Set 2012 o site estará oficialmente no ar. Mas pode nos acompanhar em blog.tagther.com

 

Abraço.

Anúncios

O Auto Save ..

Venho analisando alguns conceitos básicas sobre Developer Experience(DX) e User Experience(UX), e tenho encontrado algumas questões sobre ações que o usuário/cliente realmente precisa executar. Algumas destas ações geram uma preocupação desnecessária e um desvio do real objetivo(foco) para o qual a aplicação foi criada.

Uma questão antiga que vem sendo discutida é a ação de salvar(botão salvar) seus dados a partir de um formulário( ou ações parecidas), que na maioria das aplicações, depende da ação do usuário.

Isso deveria ocorrer somente em aplicações que realmente o usuário deva realizar a ação de click ou touch na opção de salvar, enviar, etc.  Onde vemos isso? Vemos em casos de ações de envio obrigatório para geração de logs e registro da ação como um “concordo” por parte do usuário. Nestes casos e certamente em muitos outros, isso seja necessário.

Algumas aplicações como WordPress e apps mobile a ação de “auto save” é quase que obrigatório. Mas e quando isso não é necessário!?

Está ação deve ser muito bem analisada e projetada , por não aplicar-se em muitos casos, dependendo muito da aplicação, dos seus potenciais usuários e principalmente da sua simplicidade de entendimento e foco.

Simplicidade. Está palavra cada vez tem mais impacto e todos a conhecemos por ser muito utilizada na Apple, em seus aplicativos e equipamentos. E hoje em dia vem tomando cada vez mais força.

Quando possível, devemos disponibilizar o que foi auto salvo para que o usuário possa ter acesso, como ocorre com o gmail(exemplo).

Claro que isso já não se aplica facilmente para aplicações mobile. Para estes, é possível manter os dados mesmo que o usuário troque de tela. Permitindo que ao retornar ele possa dar continuidade e assim submeter seus dados ou simplesmente descartar.

Como mostra o post do Bruno Oliveira em um trecho do resumo (TL;DR):

(https://plus.google.com/u/0/102451193315916178828)

Indiferente da simplicidade deste post, da crença e principalmente da experiência em UX e DX de muitos, acredito que tenho mais um item adicionado a minha lista como default.  Mantendo a analise crítica caso-a-caso.

Bom, podemos sempre melhorar 😀

Javascript, Debugger e Logging Para Firebug

Cada vez mais me surpreendo com as possibilidades e o poder do javascript, na sua mais ampla forma de utilização.
A última foi a possibilidade e interação com o firebug, além de simplesmente substituir as funções de “alert();”, o que para muitos, não é nenhuma novidade.
Entre elas a possibilidade de procurar valores de variáveis em determinados pontos de códigos, exibir uma estrutura XML, e muitas outras. Aperfeiçoando a DX (Developer Experience).

firebug

Entre os exemplos mais simples encontrados temos:

console.log
A maneira mais fácil escrever para o console do Firebug, podendo passar tantos argumentos quanto você quer e eles serão unidos em uma fileira, conforme os exemplos: console.log(“hello world”) , console.log(2,4,6,8,”foo”,bar) .

 

 

 

 

 

 

Código de cores
Além console.log , existem várias outras funções que você pode chamar para imprimir mensagens com uma distinção colorido visual e semântica. Estes incluem console.debug , console.info , console.warn , e console.error .

 

 

 

 

 

 

Timing e profiling
O Firebug permite duas maneiras fáceis de medir o desempenho JavaScript. Uma delas é chamar o console.time(“timing foo”) antes do código que você quer medir, e então console.timeEnd(“timing foo”) depois.

O Firebug, então, registra o tempo que foi gasto entre elas. E o profiler JavaScript. Basta mandar para o console.profile() antes do código que você quer medir, e então console.profileEnd() depois, mais simples não! O Firebug irá registrar um relatório detalhado sobre quanto tempo foi gasto em cada chamada de função entre elas.

 

Como falei, as possibilidades são muitas e excelentes.

 

Fonte(s):
http://getfirebug.com/logging

+ Qualidade

A palavra qualidade sempre esteve e cada vez mais esta envolvida com muitas definições, critérios e vontades.

Quando você desenvolve uma aplicação ou trecho de código, 50% da qualidade final é composta por simples comportamento e adoção de boas práticas.

Entre o que considero como simples comportamentos e boas práticas estão:

– Conhecimento real da linguagem (garantindo desempenho, designer e certa qualidade);

– Conhecimento e utilização de padrões de projetos;

– e para completar, utilização de metodologias ágeis.

Venho estudando cada vez mais novos métodos e padrões, aplicando isso a realidade sem a perda de prazo, que entre nos, é muito importante. Eis que justamente para garantir a entrega que utilizamos (ou deveríamos utilizar) as metodologias ágeis(como por exemplo, scrum).

Para unir tudo, apenas vontade, o que falta muito no mercado de commodities atual (e deixando claro), do qual não faço parte.

 

Abraço,

HTML5

Uma breve estudada sobre HTML5 e consigo entender o porque de tanta vontade que alguns tem de utilizar, como as API’s: armazenamento local, cache de aplicativos, serviços web, desenho 2-D e similares, mas traz ainda 30 elementos para marcar documentos e aplicativos, aumentando o número total de elementos disponíveis para mais de 100.
A semântica HTML5 é cuidadosamente projetada para ampliar a capacidade atual do HTML, sempre permitindo que os usuários de navegadores mais antigos consigam acessar o conteúdo.

 

 

Alguns elementos de apresentação
Elementos puramente de apresentação, como center, font e big são agora obsoletos. seu papel tem sido perfeitamente usurpado por Cascading Style Sheets. Não significa que você tem que se apressar e recodificar todas as páginas antigas. Pela mesma razão os atributos de apresentação foram retirados elementos de corrente, por exemplo, align a img, table, background no body e bgcolor na table.

O sempre mal utilizado frame, está ausente em HTML5. Se você tem vontade de usa-lo use um velho DOCTYPE para que suas páginas possam validar.
Além deste breve resumo, veja a lista exaustiva do W3C de elementos removidos e atributos (http://www.w3.org/TR/html5-diff/#absent-elements)

 

Elementos de apresentação redefinidos
Nem todos os elementos de apresentação foram retirados, alguns passaram por uma reeducação extensa e brilhante, surgindo uma nova semântica. Por exemplo, o small, já não significa “usar uma fonte pequena”, embora ele irá aparecer em uma folhas de estilo do navegador. Agora small representa comentários laterais, tais como letras pequenas:

Letras pequenas renúncias tipicamente características, limitações, restrições legais, ou direitos autorais. Letras pequenas às vezes também é usado para atribuição, ou para satisfazer requisitos de licenciamento.

O elemento u [agora] representa um intervalo de texto com um desarticulador, embora explicitamente prestados, a anotação não-textual, como a rotulagem do texto como sendo um nome próprio no texto em chinês (uma marca de nome chinês propriamente dita), ou rotulagem o texto como ser grafadas incorretamente.

 

Nova semântica
Todos sabemos que video e audio assim como canvas que permitem gráficos 3-D utilizando webGL, então designers de jogos podem portar seus produtos para web. Como o bom e velho img são incorporados no conteúdo seja um arquivo, um URI de dados ou u JavaScript.
Ao contrário de img, eles tem abertura e fechamento de tags, permitindo fallback, portanto, os navegadores que não suportam a nova semântica pode ser alimentado com algum conteúdo.

Os elementos source e track  são elementos vazios(sem tag de fechamento) que são filhos de video ou audio.

O source aponta para um arquivo de origem diferente(WebM, MP4, Ogg Theora)

 

<audio controls>
<source src=bieber.ogg type=audio/ogg>
<source src=bieber.mp3 type=audio/mp3>
<!– fallback content: –>
Download <a href=bieber.ogg>Ogg</a> or <a href=bieber.mp3>MP3</a> formats.
</audio>

 

Neste exemplo, Opera, Firefox e Chrome irá baixar a versão mais recente do Ogg, enquanto o Safari e IE vai pegar a versão MP3. Chrome pode jogar tanto Ogg e MP3, mas os browsers irá baixar o arquivo de origem na primeira vez que eles entendem.  O conteúdo fallback entre as tags de abertura e fechamento é um link para baixar o conteúdo para o desktop e jogá-lo através de um tocador de mídia separado, e é exibido apenas em navegadores que não pode jogar multimídia nativa.

Para vídeo, você poderia usar um filme flash embutido hospedado no YouTube:

<video controls>
<source src=best-video-ever.webm type=video/webm>
<source src=best-video-ever.mp4 type=video/mp4>
<!– fallback content: –>


</video>

Obrigado e Continua …

 

 

>A Short Tag PHP Sem Radicalismo

>Voltado a padrões, essa é a vida de quem programa e chega a um nível que somente programar não é suficiente.
O programador e os clientes lucram com a qualidade, fácil identificação e manutenção dos códigos são algumas destas vantagens.

Recebi alguns comentários sobre um post antigo que defini utilizar a short tag de abertura do PHP desta forma <?PHP que é o padrão que está sendo definido na comunidade. Porém claro, a maioria dos servidores é configurado para aceitar a short tag <? .

Pessoal, sem problemas, não sou e nunca serei radical, o que importa é programar de forma correta. Mas vamos combinar uma coisa, ou se usa um ou outra! Variar entre as duas dentro de um mesmo código é feio demais.

Mas voltando, este entendimento chega conforme o programador evolui, e nada de radicalismo.
Então lembrando, elegância em código também é uma boa prática e um padrão 😉


Fonte: blog edersonmelo

>A Short Tag PHP Sem Radicalismo

>Voltado a padrões, essa é a vida de quem programa e chega a um nível que somente programar não é suficiente.
O programador e os clientes lucram com a qualidade, fácil identificação e manutenção dos códigos são algumas destas vantagens.

Recebi alguns comentários sobre um post antigo que defini utilizar a short tag de abertura do PHP desta forma <?PHP que é o padrão que está sendo definido na comunidade. Porém claro, a maioria dos servidores é configurado para aceitar a short tag <? .

Pessoal, sem problemas, não sou e nunca serei radical, o que importa é programar de forma correta. Mas vamos combinar uma coisa, ou se usa um ou outra! Variar entre as duas dentro de um mesmo código é feio demais.

Mas voltando, este entendimento chega conforme o programador evolui, e nada de radicalismo.
Então lembrando, elegância em código também é uma boa prática e um padrão 😉


Fonte(s): Blog phppattern