Google Android SDK 1.6 Setembro 17, 2009
Posted by edersonmelo in Android, Arquitetura e Design de Sistemas Para Web(e intranet), Gerênciamento de Projetos e Produtos, Linguagens.Tags: 2.6.29 do kernel do Linux, Android, CDMA, Google, OpenCore, SDK 1.6
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A google liberou a versão 1.6 do SDK do Android, confira abaixo as novidades traduzidas do site da Android:

Caixa de pesquisa rápida para o Android
Android 1,6 inclui um quadro de pesquisa redesenhado que fornece uma maneira rápida, eficaz e consistente para os usuários de busca através de múltiplas fontes, tais como bookmarks e histórico do navegador, contatos, e os web-diretamente da tela inicial.
O sistema constantemente aprende que resultados de pesquisa são mais relevantes com base no que é clicado. Contactos Tão popular ou aplicativos que tenham sido previamente escolhidos será bolha até o topo quando um usuário digita as primeiras letras de uma consulta em questão.
O quadro de busca também fornece aos desenvolvedores uma maneira fácil de expor o conteúdo relevante de suas aplicações na Caixa de pesquisa rápida.
Máquina fotográfica, filmadora, e Galeria
Uma interface de usuário atualizada oferece uma câmera integrada, filmadora e uma experiência de galeria. Os usuários podem alternar rapidamente entre as paradas e os modos de captura de vídeo. Além disso, a galeria permite aos usuários selecionar várias fotos de eliminação.
1,6 Android também fornece uma experiência de câmera muito mais rápido. Comparado com a versão anterior, o lançamento da câmera está agora 39% mais rápido, e há uma melhora de 28% no tempo de concluir um disparo para o próximo.
VPN, 802.1x
Uma nova Rede Privada Virtual (VPN) do painel de controle na opção permite aos usuários configurar e ligar para os seguintes tipos de VPNs:
- L2TP/IPSEC chave pré-compartilhada com VPN
- Certificado L2TP/IPSec VPN baseada
- Apenas L2TP VPN
- Apenas PPTP VPN
Indicador da bateria de uso
A tela do novo uso da bateria permite aos usuários ver quais aplicativos e serviços estão consumindo energia da bateria. Se o usuário determina que um determinado serviço ou aplicativo está consumindo muito, eles podem tomar medidas para economizar a bateria, ajustando as configurações, impedindo a aplicação, ou desinstalar o aplicativo.
Acessibilidade
Os usuários serão capazes de transferir os serviços de acessibilidade novos construídos sobre o novo quadro de acessibilidade e permitir-lhes em Configurações.
Android Market Updates
Nova interface do Android Market
Para aparelhos com Android Market, a versão mais recente melhora a experiência geral do usuário e torna mais fácil para os usuários a descobrir grandes jogos e aplicativos de desenvolvedores.
- Na tela inicial, os usuários podem escolher entre os aplicativos, jogos, e downloads.
- Dentro de uma categoria, os usuários podem explorar os títulos que são pagos Top, Top pol livre, e Just
- Para cada título, os usuários agora podem ver screenshots apresentados pelos desenvolvedores, além de opiniões de outros usuários.
Novas Tecnologias de Plataforma
Telefonia suporte para CDMA
Android 1,6 inclui suporte para CDMA.
Nova versão do OpenCore
Android 1,6 inclui a actualização OpenCore 2 motor de mídia, que tem:
- Suporte para encoders OpenMAX
- Suporte para codecs de áudio adicionais em AuthorEngine
- Modelo melhorado suporta buffer compartilhado
2.6.29 do kernel do Linux
Android 1,6 atualiza o kernel Linux a partir de 2.6.27 a 2.6.29.
Para Carolina Milanesi, diretora de pesquisa no Gartner, o suporte a CDMA pode aumentar o mercado para o Android no setor, principalmente nos Estados Unidos, onde as operadoras agora podem adicionar o Android ao seu portfólio.
Fonte: InfoWorld
Muito interessante, a google cada vez mais ampliando seu quadro de possibilidades para o android.
Orientação a objetos no CSS Setembro 2, 2009
Posted by edersonmelo in Arquitetura e Design de Sistemas Para Web(e intranet), CSS, Designer, Gerênciamento de Projetos e Produtos, Linguagens.Tags: CSS, Nicolle Sullivan, Orientação a Objetos em CSS
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Nicolle Sullivan em sua apresenta descreve a Orientação a Objetos em CSS, criando módulos reutilizáveis, criando uma folha de estilo mais clara, leve e limpa.
Como não conheço bem o assunto e estou engatinhando, preferi deixar o resultado da pesquisa com vídeos e pdf’s que podem ser acessados no link stubbornella.org
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Palestra – Desenvolvendo aplicações para o Google Android Agosto 28, 2009
Posted by edersonmelo in Android, Arquitetura e Design de Sistemas Para Web(e intranet), Eventos, Gerênciamento de Projetos e Produtos, Linguagens.Tags: Android, baguete, Google, Java, livraria cultura, palestra
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Domingo(30 de Agosto) ocorrerá a palestra sobre “Desenvolvendo aplicações para o Google Android”.

Promovido pelo grupo de usuários Tchelinux, acontece na Livraria Cultura das 15h às 18h em Porto Alegre-RS.
Quanto: Dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados.
Informações adicionais podem ser obtidas com Gabriel Stein pelo e-mail gabrielstein@gmail.com.
Fonte: Baguete
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Ruby on Rails de gota em gota Julho 2, 2009
Posted by edersonmelo in Arquitetura e Design de Sistemas Para Web(e intranet), FISL, Gerênciamento de Projetos e Produtos, Ruby, Ruby on Rails.Tags: Caelum, CRUD, fisl 10, frameworks Java, Orientação Objetos, Rails, Ruby, Ruby on Rails, Vraptor
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Ruby é uma linguagem orientada a objetos com uma sintaxe limpa, que torna o código elegante e mais fácil.

Ruby foi criado no Japão, no início dos anos 90 e vem se tornando popular a passos curtos. Das linguagens, Ruby foi a com maior presença na Fisl 10 acreditei então dar uma atenção especial e pelo menos entender.
Já Rails é uma estrutura Ruby para o desenvolvimento de aplicações web voltadas a banco de dados. Rails promete desenvolver um aplicativo web 10 vezes mais rápido que utilizando Java. Um dos motivos é a linguagem Ruby que é muito simples, ajudando o desenvolvedor a criar menos código, assim diminuindo as possibilidades de erros.
Rails também trabalha com a idéia de convenção em vez de configuração. O que alguns frameworks Java como VRaptor também disponibiliza e é utilizado por exemplo pela Caelum, em cursos e aplicações desenvolvidas.
Em um teste muito simples sem a aplicação de layout ou sequer sabendo a linguagem de forma correta, em apenas 4 linhas, foi criado uma listagem do banco com CRUD.
O que já disperta certo interesse, quem sabe para aplicações de grande porte que tenham um prazo curto de entrega. Mas é um longo caminho à aprender.
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Padrões e Metodologias em PHP? Junho 30, 2009
Posted by edersonmelo in Arquitetura e Design de Sistemas Para Web(e intranet), Conteúdo do Blog, Gerênciamento de Projetos e Produtos, Linguagens, PHP.Tags: PHP, cms, CMS' s, httpd.conf, PHP4, PHP5, Walker de Alencar Oliveira, PHP Coding Standards
1 comment so far
Porque PHP não é a linguagem mais utilizada pelas corporações? Porque muitos desenvolvedores optam por outras linguagens em vês de continuar ou utilizar PHP?
Questões como estas surgem todo dia, toda vês que alguém começa a programar em PHP. E talvez a resposta mais adequada seja a falta de um padrão, uma especificação forte em cima da linguagem.

PHP é responsável pelo surgimento dos CMS’ s mais usados no Brasil e no mundo, mas cada um cria seu padrão e alguns nem padrão se quer tem.
Mas o grande pecado do PHP realmente continua sendo uma falta de padrão. Nem precisamos falar da questão de compatibilidade total entre versões, isso não é perfeito em nenhuma linguagem, mas se compararmos a versão do PHP4 com o PHP5, chegamos a clássica questão de configurar o httpd.conf para o php4 (porta 80) e criar um httpd5.conf para o php5 no apache assim evitamos que seu site, blog, etc, saia do ar porque você usava a abertura de código <? Em vês de <?PHP.
Sito está, porque é a clássica de todo código legado php4.
Alguns puristas podem intervir e dizer que:
Assim a linguagem é mais livre, tem maiores chances de crescimento, comunidade, e todas as velhas histórias que cansamos de houvir em toda discussão.
Claro que sou contra uma grande empresa ser a dona da linguagem, mas temos de admitir que a falta de um dono(livre ou não), gera uma falta de padrão.
Com o lançamento da versão 5.3, comecei a ouvir algumas questões de padronização e um grupo para tais questões se formando a o horizonte.
Para efetivar uma melhora nos códigos em PHP, resolvi seguir Walker de Alencar Oliveira, que define no documento: PHP Coding Standards uma padronização para utilização do nosso código php. Siga também as dicas e tente manter-se atualizado e colaborativo.
Fonte:
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
elephpant, o logo do PHP Junho 29, 2009
Posted by edersonmelo in Designer, PHP.Tags: elefante, elephpant, PHP, PostgreSQL, Vincent Pontier
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Uma dúvida que vejo muitos tendo quando se pergunta, mas o elefante é o mascote do PostGreSQL, não para quem não sabe, o PHP tem um mascote e também é um elefante (igual ao do PostgreSQL), e foi criado por Vincent Pontier, e seu nome é elephpant, entendeu?

Para quem desejar o logo do php em alguma extenção específica, clique aqui.
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Variáveis de ambiente e PHP Junho 15, 2009
Posted by edersonmelo in Arquitetura e Design de Sistemas Para Web(e intranet), Gerênciamento de Projetos e Produtos, Linguagens, PHP.Tags: get, getenv, PHP, post, variáveis, web
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Embora muito utilizadas no PHP, as variáveis de ambiente como o nome diz, são variáveis do ambiente do servidor web e não da linguagem php.
Através do uso destas informações, pode se descobrir qual o browser que o cliente utiliza, IP para votações e chats, entre muitas outras funcionalidades.
Para se obter o valor de uma variável de ambiente a função getenv é utilizada no php:
getenv(“nome_da_variável”);
Um exemplo que é muito utilizado é a verificação de tipo de método de envio de dados de um formulário.
Por exemplo, se meu formulário utiliza apenas o método post e não gostaria que alguém utilizasse get, poderíamos criar o código abaixo aproveitando as variáveis de ambiente:
if(getenv(“REQUEST_METHOD”) == “GET” )
echo “O método utilizado é GET e não aceito pelos padrões de formulários, utilize o método POST, obrigado!”;
Agora já conhecemos um deles o REQUEST_METHOD que mostra o envio de dados utilizado.
Bom já sabemos que a função getenv é responsável por retornar os valores das diversas variáveis de ambiente para um programa em php, então abaixo a tabela com as principais variáveis:
AUTH_TYPE Método de autenticação que só está disponível se o servidor disponibilizar este recurso.
CONTENT_LENGHT Tamanho dos dados recebidos pelo servidor ( bytes )
CONTENT_TYPE Tipo MIME dos dados enviados
GATEWAY_INTERFACE Versão CGI fornecida pelo servidor
HTTP_ACCEPT Uma lista dos tipos MIME aceitos pelo cliente
HTTP_USER_AGENT Nome e versão do browser utilizado no cliente
PATH_INFO Caminho acessado pelo cliente para alguns scripts.
QUERY_STRING Armazena informações passadas através da URL após o ?
REQUEST_METHOD Método utilizado para envio ( Post / Get )
REMOTE_HOST Nome do host da origem da requisição
REMOTE_ADDR IP do usuário
REMOTE_USER Nome do usuário ( Se o servidor permitir autenticação)
REMOTE_INDENT Nome do usuário remoto ( apenas para servidores que suportam o padrão RFC 931 )
SERVER_SOFTWARE Servidor e Software utilizados
SERVER_NAME Nome do servidor ou IP
SERVER_PROTOCOL Nome e versão do protocolo utilizado
SERVER_PORT Número da porta utilizada na requisição
SCRIPT_NAME Caminho para o script que está sendo executado
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
Pagamentos online com paypal e PHP Junho 8, 2009
Posted by edersonmelo in Arquitetura e Design de Sistemas Para Web(e intranet), CSS, Gerênciamento de Projetos e Produtos, Html, Linguagens, PHP.Tags: paypal, Paypal em sites PHP, PHP, sourceforge
1 comment so far
O uso do Paypal em sites tem sido muito empregado nos últimos tempos. Mas quando vamos pesquisar na web sobre o assunto, acabamos encontrando muitos posts, porém, todo iguais e isso inclui os erros também. Encontrei 20 posts e todos iguais copiados de um único blog, do qual as configurações informadas não funcionam e os links para baixar o “API” em PHP não existe.
O objetivo do post é mostrar a simplicidade na utilização do Paypal em sites PHP.

Então vamos começar com o básico. O arquivo para download aqui ou sourceforge(que recomendo por estar sempre atualizado).
Extrair os arquivos do .zip, que devem conter os seguintes arquivos:
config.inc.php
Configuração do script
global_config.inc.php
Funções globais que serão usadas no script
payment.php
Botão para pagamento pré-configurado
orderform.php
Formulário pré-configurado para testes
process.php
Serve para processar o envio das informações de transação para o PayPal
success.php
Mensagem de resposta de sucesso ao enviar a transação para o PayPal
cancelled.php
Mensagem de Erro quando a transação falha.
ipn.php
Recebe informações da API do PayPal e interpreta os resultados
ipn_success.php
Executado somente se a transação tiver sido executado com sucesso
ipn_error.php
Executado somente se a transação deu erro
Fora o .css que não é preciso comentar pois nada vamos alterar nele.
Dentro da pasta includes você deve configurar o arquivo config.inc.php, com a conta que você deve ter criado no PayPal.
<?php
/*
* config.inc.php
*
* EDERSON MELO
* Copyright (c) 2004 PayPal Inc
* Released under Common Public License 1.0
* http://opensource.org/licenses/cpl.php
*///Configuration Settings
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O Paypal pode ser bem incrementado e criado configurações intermediárias durante o processo de pagamento. Como adicionar loading e ícones personalizados no seu site.
Por falando em ícones, no site fineicons encontrei os principais cartões de pagamento, até mais do que aceito pelo Paypal e são excelentes para incrementar seu site.
Espero que o post tenha real utilidade e que mais a frente possamos estar discutindo maiores implementações.
Abraço,
Ederson Melo – @edersonmelo
